Trabalhei como voluntário na Copa das Confederações e não vi nenhuma novidade, apenas o que se repete no dia dia: uma parcela privilegiada da população que esbanja dinheiro enquanto outra passa fome, pessoas que enchem estádios ou gastam dinheiro com cerveja, churrasco, convidam amigos para encher a cara e gritam enlouquecidamente mas não são capazes de ir numa campanha de solidariedade, trabalhar como voluntário e nem tem ideia do que é uma conferência de direitos para defender seus próprios direitos. Vão para rua para postar fotos no face, mas na primeira oportunidade procuram um candidato para receber um trocado pelo voto ou um empreguinho humilhante. Realmente, acabou o circo e o gado volta para seu curral.
Mesmo morando nas ruas, eu me sentiria mais rico que um executivo em plena ascensão, acumulando muito dinheiro, viajando pelo mundo, mas vivendo sem ética e sem respeito ao próximo, sem um mínimo de solidariedade com aqueles que vivem na fome e na miséria, e que apesar de toda a sua pose de sucesso, não passa de um verme que consome a riqueza do país deixando a comunidade na podridão e ainda se auto intitula de brasileiro.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
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